Dia 15: Miami South Pointe Pier, Linconl Road e Nusr.Et

O último dia da viagem começou cedo, tomamos café, e fomos procurar uma praia diferente em Miami e também alguns queriam praticar stand-up paddle ou andar de caiaque. Acabou que desistimos desse plano já que estava caro e iria ser bem burocrático. Decidimos por ir aproveitar a praia perto do Miami South Pointe Pier, um píer de madeira, de 160 metros em direção ao mar, em South Beach que também conta com o South Pointe Park, com banheiros, infraestrutura de duchas, além de ser um parque cheio de árvores e bem familiar.

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Vista do Parque em direção ao Píer

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Tiramos fotos no pier, e depois fomos aproveitar a água, como sempre em temperatura agradável e clara.

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South Pointe Park Pier – a minha foto na placa desapareceu, então vai a do mozão mesmo

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Último dia de praia e de viagem

Ficamos um bom tempo na praia, e na volta, ainda aproveitamos as fontes de água doce, onde crianças e adultos se divertem bastante. O parque é muito bom e vale a pena a visita, sem contar que para onde quer que se olhe é possível ver paisagens lindas.

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Nas fontes junto com as crianças

Quando a fome apertou, deicidimos ir na nossa avenida favorita de Miami, a Lincoln Road, para almoçar. Aproveitamos que na cidade estava acontecendo um evento gastronômico, o Miami Spice, que é parecido com o Restaurant Week, que acontece no Brasil, onde o combo entrada + prato principal + sobremesa sai por $23 dólares no almoço e $39 no jantar, em restaurantes selecionados. Escolhemos então o Meat Market, e aproveitamos para ter um almoço completo por $23.

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Depois do almoço, aproveitamos para visitar mais algumas lojinhas, como a Dylan’s Candy Bar, que tem inúmeros doces e dos sabores mais bizarros que você pode imaginar, até de chocolate que imita bacon, haha.

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O teto da loja é feito de pirulitos

Voltamos mais cedo para o hotel, para aproveitar um pouco mais as áreas comuns, como a piscina (que parece bem maior do que realmente é), e para arrumar e pesar as malas. A gente também precisava descansar, já que a noite fizemos a reserva no restaurante do Salt Bae, Nusr.et.

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Piscina do Hotel

Com tudo arrumado, e nós também bem vestidos, fomos ao restaurante (MUITO CARO) comer as famosas carnes do chef que joga sal na comida de forma interessante, haha. Mas digo que valeu CADA CENTAVO DE DÓLAR.

Primeiro, o restaurante é lindo e excêntrico.

Segundo, que cada prato é uma atração à parte, cheio de processos, apresentações, pirotecnia e por aí vai.

Terceiro, sem contar que a comida é algo que eu nunca comi nada vida, de tão incrível! Nós pedimos o Nusr.et Burguer ($30) para cada pessoa e pedimos também uma costela para dividir, o 8 hours roasted asado short ribs, nós éramos 6 pessoas, mas pedimos a que serve 4 ($180).

Nessas horas ninguém nem pensou em converter para reais, se não a gente teria um pequeno troço no coração, hahaha.

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Na porta do restaurante

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O cardápio

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O lugar

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A costela DIVINA

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O hambúrguer perfeito

 

Se puder fazer essa extravagância eu aconselho fortemente a ir, pelo menos uma ver, experimentar as delícias desse restaurante.

Depois de jantar, tiramos algumas fotos pelo lugar, e voltamos para o hotel, já que a viagem tinha acabado, e só nos restava terminar as malas, pegar o voo e voltar para o Brasil.

See ya wanderlusters.

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Dia 14: Miami Design District, Bal Harbour e Aventura Mall

O dia de desembarcar de vez do cruzeiro havia chegado, e por isso acordamos cedo, fomos tomar café da manhã antes de retornar para Miami. Desembarcamos no porto da cidade, pegamos nossas malas, passamos pelo caos do porto abarrotado de pessoas, custamos a encontrar a van que leva os passageiros até a locadora de carros e de lá, depois de finalmente conseguir fazer tudo, fomos para a Lincoln Road, mais uma vez, para a Apple Store.

Comemos mais um pouco, só para não perder o costume, e decidimos ir conhecer o bairro de Miami Design District. O bairro, antigamente, era bem desvalorizado, vandalizado e então a prefeitura decidiu revitalizar o bairro que hoje abriga inúmeras lojas de marcas como Gucci, Yves Saint Laurent e Christian Louboutin.

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Miami Design District

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Christian Louboutin

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Balenciaga

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Burberry

O bairro é lindo, todo pensado no design e com muito lugares para se ver. Como o dinheiro já estava no fim, ficamos apenas passeando por lá mesmo, conhecendo algumas galerias de arte e até mesmo instalações artísticas a céu aberto que valem a pena serem vistas.

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Cada canto mais lindo que o outro

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O design é muito presente neste bairro

De lá, decidimos ir conhecer um shopping tão conceitual e com lojas caríssimas, o Bal Harbour Shops, e fomos almoçar no Carpaccio, um restaurante italiano muito gostoso, porém igualmente caro, hahaha.

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Comendo bem no Carpaccio

Aproveitamos que já estávamos no local e fomos conhecer um pouco mais da ostentação de Miami com lojas como a do Alexander McQueen, Tiffany & Co., e Balmain.

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Em seguida, fomos em mais um shopping, o Aventura Mall, esse já um pouco mais acessível, haahah, e com uma infinidade de lojas para todos os gostos. No caminho, observamos os famosos e gigantescos prédios de Miami, incluindo as torres residenciais de frente para a praia de Donald Trump.

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Prédios Torres em Miami

 

No shopping fizemos mais algumas compras, conhecemos a loja da Ferrari, com direito a um carro de Fórmula 1 na loja como decoração, e, quando o cansaço bateu, fomos para o nosso hotel, o Urbanica – The Meridian.

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Tenho algumas observações sobre esse hotel. Ele é maravilhoso, com design, decoração super estilosos e parecia ser bastante confortável (pelo preço que pagamos, que não foi barato). Entretanto, chegamos lá extremamente cansados, e no quarto que nos colocaram ele ficava bem na esquina de duas ruas super movimentadas, o que fazia com que o quarto fosse incrivelmente barulhento. Pedimos para rever a reserva, já que os outros quartos dos nossos amigos não tinham barulho nenhum, a mulher da recepção ofereceu um outro quarto (menor, cama menor, menos amenidades) e também um café da manhã por conta da casa (já que ele era cobrado a parte) e pediu desculpas pelo barulho. Até aí tudo bem, mas no dia seguinte, o café da manhã era uma fruta, um biscoito e uma bebida (o que era algo bem pouco para uma refeição tão importante) e que não “pagava” a diferença de quarto e nem o transtorno do barulho pelo quarto que nós pagamos. Sem contar que, no último dia, quando fomos pedir o café da manhã e já tínhamos feito o check-out, as duas funcionárias, tanto da recepção, quanto do café, começaram a falar mal de mim, em espanhol, como se eu não estivesse entendendo nada, já que eu deveria ter pedido o café antes de fazer o check-out (lembram que o café nos foi dado devido a confusão, certo?). E por fim, o café mais completo e mais bonito que se vê nas fotos, são os mais caros e que pela confusão a responsável pelo hotel não foi capaz de incorporar na nossa reserva. Péssimo investimento e muito caro pelo serviço que oferecem, apesar da localização ser boa. Enfim, não recomendo o hotel.

Chegamos no hotel, trocamos de quarto, e decidimos jantar no hotel mesmo, que tem um bar que funciona também como balada. As opções de comida são poucas, caras, porém agradáveis.

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Tomando um Mojito 

Ficamos menos de 1 hora no bar, comemos, bebemos e decidimos voltar para o quarto para poder descansar para o último dia da viagem.

See ya wanderlusters.

Dia 13: Nassau, Bahamas – Atlantis Paradise Island Bahamas

Um dos dias mais aguardados da viagem tinha chegado, finalmente iria conhecer as Bahamas! As ilhas desse país são mundialmente famosas e encantam a todos que conhecem.

Ps: Reclamação 1 sobre o roteiro da MSC, o tempo que o navio fica embarcado no melhor destino é muito pouco, e não conseguimos fazer muito mais do que imaginamos.

Antes de viajar, já havíamos decidido que nas Bahamas iríamos pegar o day use do Atlantis Paradise Islands Hotels Bahamas, pagamos $150 pelo day use, mas existem outras opções mais baratas, mas que não dão acesso a muitas partes do complexo.

Acordamos bem cedinho, tomamos café da manhã com tempo, observamos o navio atracar no porto e ficamos esperando para descer do cruzeiro. Descemos (debaixo de uma chuva tropical), procuramos alguma van ou táxi que nos levasse até o nosso destino.

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Tomando café com vista para as Bahamas

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A construção à esquerda é o Atlantis

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Porto das Bahamas

DICA: Existem várias opções de se chegar até o Atlantis, você pode pegar um táxi, van ou ir de barco. A ideia inicial era ir de barco, porém iria demorar bastante e nós tínhamos pouco tempo na ilha. Fique atento também ao horário de chegada e saída do cruzeiro e planeje com cuidado o horário de saída, já que para chegar no resort é preciso pegar um ponte, com uma pista indo e a outra voltando, então verifique e fique esperto em relação ao trânsito.

Pegamos uma van e dividimos com outras pessoas, pagamos $5 por pessoa (se não me engano), chegamos na portaria hotel, apresentamos os nossos comprovantes de pagamento e lá pegamos a nossa pulseira que nos permitia o acesso a diversas áreas do hotel, assim como um mapa do lugar.

A propriedade do hotel é ENORME, gigantesca, e é impossível conhecer tudo no mesmo dia, então é preciso priorizar o que você quer conhecer.

Passamos por dentro do hotel, que tem milhares de lojas de grifes, um cassino igualmente grande, por um aquário enorme dentro do hotel, e continuamos por dentro do hotel por vários minutos até encontrarmos a saída. Vimos algumas tartarugas marinhas e arraias em outros aquários e só assim chegamos às piscinas. Chegamos tão cedo nas áreas comuns que nem os toboáguas estavam abertos, hahaha. Deixamos nossos pertences em cadeiras de praias e fomos explorar.

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Dentro do Cassino do Resort

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Rainha de Atlantis

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Aquário dentro do hotel

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Arraias do aquário

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As famosas torres do Atlantis

Começamos pelo Templo Maya, uma construção que conta com 3 tipos de toboáguas, o Leap of Faith, o Challenger Slide e o Serpent Slide, o primeiro tem 18 metros de queda quase vertical e que passa em um túnel dentro de um aquário cheio de tubarões; o segundo são dois toboáguas onde você pode apostar corrida com o seu amigo; e o terceiro é com uma bóia, onde você também passa em um túnel por dentro do aquário de tubarões. Começamos com o Challenger, rezando pra chuvinha passar, e também para aproveitar o máximo do nosso dia. Os meninos animaram ir no Leap of Faith, e eu prefiro ficar debaixo observando e tirando fotos.

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Templo Maya e o Leap of Faith ao fundo

Continuamos nosso dia, com o sol e um céu azul maravilhosos das Bahamas (que decidiram mostrar as caras), conhecendo outras piscinas como a Ripples, que era mais para crianças, a piscina do Templo Maya, e claro, o aquário de tubarões, nós até vimos o momento em que os treinadores estavam alimentando os bichinhos, hahaha.

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Piscina Ripples

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Aquário de tubarões visto de cima

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Aquário visto de lado e o túnel do toboágua que passa por dentro do aquário

Decidimos seguir para a Power Tower, uma torre gigantesca e que também abriga mais toboáguas. Prestenção nessa parte: subimos até o mais alto da torre para verificar as opções, e lá vimos um toboágua todo fechado, perguntamos para um funcionário se ele era “de boa”, tranquilo, sem muitas emoções, e ele prontamente respondeu que sim, mas obviamente ninguém acreditou. Ficamos esperando alguém corajoso ir na frente, ahahah, até que o Renato foi. Só que, no momento que ele entrou no toboágua ele desapareceu, ou seja, o brinquedo aquático era bem radical! Fiquei com um leve medo, haha e falei que só ia se o resto das pessoas também fosse, achando que ninguém mais ia, e não é que foi todo mundo? Me ferrei! Hahah, mas fui. Aí, descobri que esse toboágua era o The Abyss, ou o Abismo, com 60 metros de comprimento! Só sei que eu fechei o olho e rezei pra acabar logo, hahaha, e cheguei no fim com minha lente toda fora do lugar e sem enxergar nada, hahaah. Valeu a experiência, mas nunca mais faço isso.

De lá fomos para o rio lento, que começa com uma piscina e depois vai seguindo seu curso, e que também tem partes de correntezas, é bem legal. Aproveitamos que estávamos com as bóias, e voltamos para a Power Tower, já que lá também abriga diferentes toboáguas, como o The Surge, The Drop e o The Falls – e obviamente fomos em todos.

Nessa hora a fome bateu e comemos em um dos fast foods perto da piscina, o Shark Bites. O lanche tava bem gostoso, mas o preço foi salgado. De lá, decidimos ir para uma das praias do resort, a que fica atrás da Power Tower. O mar é incrivelmente claro, mais puxado para o verde, água quente e cheio de peixinhos fofinhos. Aproveitamos a praia, o mar e tudo que as Bahamas poderiam oferecer, hahaha.

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Praia Maravilhosa

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apaixonada pelas Bahamas

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Depois, sempre de olho no relógio para voltar ao navio a tempo, voltamos para as piscinas, e algumas pessoas foram novamente nos toboáguas e eu quis ficar um pouco mais na piscina.

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mais algumas fotos do melhor destino do cruzeiro

DCIM117GOPROFomos também no Dolphin Cay, onde é possível nadar com os golfinhos, mas essa experiência é paga e bem cara, e por isso preferimos ficar de longe só vendo os golfinhos brincando e aparecendo para o público, foi bem fofinho.

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Dolphin Cay

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Golfinhos ❤

Olhamos para o relógio e percebemos que faltava menos de uma hora para o cruzeiro zarpar, então nos apressamos para pegar uma van de volta para o porto. O mais legal do Atlantis, é que são vários prédios e tipos de hospedagens e na hora de sair, como estávamos bem perto de uma, saímos por um lugar diferente de onde entramos, e o hall era simplesmente encantador!

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Sem palavras pra esse lugar ❤

PS: Reclamação 2 da MSC – o horário de sair das Bahamas do navio era às 16h, e todos os funcionários de lá fazem bastante terror com o fato de você ser largado para trás, entretanto, o cruzeiro nesse dia só saiu do porto às 18h! Ou seja, poderíamos ter ficado mais tempo no resort, aproveitado mais, conhecido mais lugares. Enfim, não sabemos o porquê do atraso, mas sabemos que, se você está em uma das excursões do cruzeiro e ela atrasa, o navio irá esperar até a excursão retornar ao cruzeiro. Tudo bem, vida que segue.

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Ths Island of the Bahamas

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Voltamos para o navio, e fomos para a piscina, aproveitar o sol incrível que estava fazendo. Ficamos até bem tarde na piscina, conversando, tomando sol e aproveitando o último dia de cruzeiro.

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Despedindo das Bahamas

Voltamos para o quarto, e nesse dia você já recebe as etiquetas da sua mala e também o horário que você sairá do navio. Tomamos banho e começamos a arrumar as nossa bagagens, já que se, você quisesse que a tripulação do navio descesse com elas para você, elas deveria estar para fora do seu quarto até as 22:30.

Descansamos um pouco, fomos jantar e nos despedir dos queridos garçons que nos atenderam durante aquela semana, e não ficamos andando muito, já que era a última noite e queríamos descansar do dia.

See ya wanderlusters.

 

Dia 11: Sint Maarten ou Saint Martin?

O dia começou bem cedinho, com café da manhã no buffet self-service, para não perder tempo no cruzeiro, já que iríamos para Saint Martin o quanto antes possível. Depois do café da manhã, fomos até a varando do quarto de nossos amigos para observar o navio “estacionando”, ou seja, chegando no porto para o desembarque de passageiros.

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O navio chegando no porto

DICA: Se prepare e leve tudo que você puder precisar, principalmente o cartão do navio, passaporte, dinheiro e claro, alguns snack para você não morrer de fome ao longo do dia.

O porto fica do lado holandês da ilha, na capital Philipsburg. Ao sairmos do navio, já fomos procurar algum taxista ou excursão que fizesse um tour pela ilha com um preço aceitável. Fechamos uma van, de pessoas credenciadas pelo governo, com outras 4 pessoas, um preço de $25 dólares por pessoa, um tour de 3hrs pela ilha, passando pelos lados holandês e francês. Decidimos fazer o tour invertido, onde começamos pelo lado francês (mais longe) e finalizamos no lado holandês (mais próximo do porto).

DICA: Fique sempre atento ao horário de volta do navio, já que se você não for pontual ele vai te deixar para trás. Por isso, prefira conhecer os locais mais distantes primeiro para depois conhecer aqueles que são mais perto, se possíveis em uma distância andável, principalmente em Saint Martin, pois o trânsito da ilha é pesado e intenso.

O nosso guia fez um tour guiado e contou sobre a história da ilha de Saint Martin, que é dividida entre duas nações, possui duas jurisdições, duas moedas (apesar de que nos dois lados se aceita o dólar americano), duas polícias, e por aí vai. Algumas coisas são permitidas do lado holandês, como cassinos e bordéis, enquanto do lado francês, tais atividades são consideradas crimes. E que mesmo com essa divisão, não existe uma fronteira demarcada, portanto o caminho é livre e você pode circular pelos dois países sem problemas. Além disso, o turismo é a principal fonte de renda da ilha, já que a terra de lá é vulcânica e não adequada para o plantio, e por isso que a presença de nós é tão importante e valorizada por eles.

Obs: o furacão Irma, que atingiu a ilha no ano passado (2017) destruiu grande parte da ilha, afetando restaurantes, hotéis e claro, a população nativa da ilha, que em sua maioria é pobre. Muitos desses empreendimentos turísticos não serão reconstruídos e investidores deixaram de fazer negócios por lá, ou seja, o turismo foi MUITO afetado, assim como a vida da população que vive lá. A situação toda é muito triste, repleta de ruínas e resto de construções, por isso que nós compramos muito de locais por lá e tentamos, de uma forma ou de outra, tentar ajudar os negócios locais da ilha.

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Algumas casas ainda estão em reforma devido aos danos causados pelo Irma

Nossa primeira parada foi em Orient Bay, uma das praias do lado francês. A água incrivelmente azul, quentinha e com um clima que te abraça de tão gostoso que é lá. Ficamos pouco tempo nesta praia, já que estávamos no início do tour, mas foi tempo suficiente para tirar algumas fotos e perceber as maravilhas do lugar.

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Orient Bay

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Água azul e quentinha

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Seguindo viagem, fomos passando por dentro da ilha e paramos em Marigot, a capital do lado francês. Passeamos por uma feirinha com produtos turísticos, como canecas, blusas, bonés, imãs, etc. Vimos também ao longe uma construção bem similar a um castelo, que fica bem no alto e que tem uma vista para toda a baía. Até pensamos em subir, porém eram muitos degraus e um tempo muito curto, já que teríamos mais tour pela cidade.

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Feirinha de Marigot

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Castelo ao fundo

Atravessamos novamente a fronteira invisível e voltamos para o lado holandês e finalizamos o nosso passeio na praia de Maho Beach, a mais famosa praia da ilha, já que ela fica ao lado do Aeroporto Princesa Juliana, onde os aviões passam bem em cima dos banhistas (tenho certeza que você já viu uma foto ou vídeo de lá).

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Quadro de horários das chegadas dos aviões

A praia tem uma faixa de areia bem estreita, e com vários turistas e navios atracados na ilha era quase impossível achar um lugar ao sol, mas achamos. O bom da praia é que ela possui um bar com estrutura e preços bem ok para o local.

Logo que chegamos já fomos para a praia, achar um lugar para a foto perfeita com o avião passando em cima de nossas cabeças, hahaha. Mas o que eu fiquei mais impressionada foi com a cor da água. AZUL AZUL AZUL, parecia até que eu estava dentro de uma piscina, além da água também ser bastante quentinha.

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Maho Beach

Depois do mergulho ficamos esperando algum avião decolar ou pousar, mas tenha BASTANTE cuidado, principalmente se você quer ver um avião levantando voo, já que a força das turbinas do avião podem te fazer cair, além de jogar pedras e areia no seu rosto. No local existem várias placas alertando sobre os perigos do lugar, mas as pessoas não respeitam e acabam se machucando. Do jeito que eu sou medrosa, eu nem cheguei perto, mas vi muita gente rolando e comendo areia, hahaha. Fiquei no mar mesmo observando os aviões chegarem e dá um pouco de medo deles caírem na sua cabeça, hahaha, mas é uma experiência muito incrível, recomendo.

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No aeroporto chegam aviões grandes e pequenos, como o da foto

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Olha o tamanho desse! E o tanto de gente na praia

De lá fomos comer no Sunset Beach Bar, que estava lotado, e os garçons não estavam dando conta de atender todas as mesas, mas recomendo a pizza do lugar, uma delícia!

Decidimos ir conhecer outra praia de Philipsburg, dessa vez uma que fica a uma distância andável do porto, pois ficamos com muito medo do trânsito da ilha (isso porque nós pegamos um engarrafamento durante o tour). Chegamos em Great Bay Beach, que oferece inúmeras opções de restaurantes e barracas para alugar na orla.

DICA: Nós paramos na primeira barraca que ofereceu o aluguel de sombrinha e espreguiçadeiras por $20. Comparamos com o preço de Miami e achamos que valia a pena, já que nos EUA nós pagamos esse preço só pela sombrinha. Mas, depois, quando fomos andar mais pela orla, vimos que um hotel oferecia sombrinha, duas espreguiçadeiras, banheiro, wi-fi, ducha de água doce e mais dois drinks por $25! Sem contar que também ofereciam serviços de restaurante na beira da praia. Ficamos bem chateados, mas foi bom para aprender, hahah.

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Great Bay Beach e os cruzeiros atracados ao fundo

Ficamos algumas horinhas no mar, descansando, tomando sol e sempre de olho no horário de retornar para o cruzeiro. Aproveitamos e fomos andar pela orla da praia e conhecer um pouco mais do lugar, e assim chegamos até a Courthouse de Philipsburg, que fica de frente para uma praça linda e que ainda tem no chão um mapa da ilha com a divisão entre França e Holanda.

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Em frente a Courthouse e ao mapa da ilha

Andamos um pouco mais e voltamos a pé para o cruzeiro, mas não antes de tirar uma foto na frente da placa de Sint Maarten, que fica bem próxima ao porto, e ela é tão grande que é meio impossível não ver, hehehe.

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Espero te ver em breve também St. Maarten

De volta para nossa embarcação tudo que eu precisava era de um bom banho e um descanso merecido antes das atividades noturnas.

Descansado, de banho tomado e arrumados, fomos mais uma vez jantar lindamente no Ipanema Restaurant. Depois de lá fomos passear pelo cassino e por um bar que tocava jazz todas as noites. Mas o sono estava demais e preferimos voltar para o quarto, já que o dia seguinte seria dia de passear em San Juan, Porto Rico.

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Brincando no cassino do navio

See ya wanderlusters.

Dia 10: Segundo dia em alto mar

Mais uma vez, acordamos no meio do oceano Atlântico ou no mar do Caribe, não sabíamos ao certo, pois estávamos sem internet e o pacote de wi-fi pago do cruzeiro custava SÓ $200 pela semana, por pessoa 😮 Preferi ficar desconectada mesmo (e isso faz muito bem). Acordamos mais tarde, já que a gente queria descansar nas férias e não ter uma rotina, e por isso nesse dia nós tomamos café da manhã no restaurante do buffet, que funciona no estilo self-service.

De lá, fomos direto para a piscina principal, a Miami Beach Pool, e obviamente que ela estava lotada e quase não tinha cadeira para tomar sol, mas dei sorte e achei duas hahaha. Ficamos um pouco por lá e depois fomos conhecer a parte do parque aquático, com toboáguas e piscinas infantis e também a piscina indoor, a Jungle Pool, que tem teto retrátil e pode fechar caso esteja chovendo (só fiquei sabendo disso depois que peguei chuva no dia anterior). Essa piscina é BEM mais vazia que as outras e mais agradável também.

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Tomando sol na beira da Miami Pool

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Preferimos trocar pela Jungle Pool – bem mais vazia

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Visão da Jungle Pool

Fomos em todos os toboáguas que o navio oferece em menos de meia hora, e foi bem divertido fazer algo diferente daquilo que fizemos no dia anterior. O MSC Seaside tem opções com bóias, sem bóias, com fundo transparente, dois toboáguas que vão lado a lado e servem para brincar de competição, e por aí vai.

Aproveitamos também e fomos conhecer e experimentar as banheiras de hidromassagem do navio, que ficam próximas as piscinas. Entramos, mas foi um pouco difícil ficar dentro delas, já que é MUITO quente, fiquei até com medo da minha pressão cair de tão quente, haha.

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Cozinhando dentro da banheira – com o mar no fundo

Ficamos mais um pouco na piscina, curtindo o dia, e quando chegou a hora do almoço, decidimos ir almoçar no restaurante à la carte. Talvez pelo horário ou por ser apenas duas pessoas, o maitre do restaurante perguntou se nós não nos importávamos em dividir uma mesa, e a resposta foi que seria sem problemas.

Chegamos na mesa e vimos uma família de 4 pessoas na mesa, que falavam uma língua que eu nunca tinha ouvido na vida. Fiquei me perguntando de onde eram. O assunto não fluiu muito já que eles estavam com crianças, mas a convivência foi tranquila. Quando terminamos o almoço e já estávamos quase saindo eles nos perguntam de onde eu era, hahaha, já que eles também não tinham ideia qual língua estávamos falando, e eles estavam em dúvida entre português e italiano. Nessa hora aproveitei e perguntei também de onde eram, e eles eram de Israel e falavam hebraico. Juro, achei a coisa mais legal da vida, hahaha. Que dia eu iria imaginar que conheceria pessoas de Israel?

DICA: Se você gosta de conhecer novas pessoas e cultural, um navio é uma ótima ideia, pois nele tem pessoas de todos os lugares do mundo. No nosso vimos pessoas da Índia, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Brasil, Colômbia, Israel, Itália, EUA, América Latina e por aí vai. É muito legal e interessante ver um mini mundo dentro do navio, hahah. E claro, sem contar os próprios funcionários do cruzeiros que, em sua maioria, são da Ásia.

Resolvemos então fazer uma sesta, mais conhecida como cochilo pós-almoço, já que ainda estávamos com água de piscina no corpo.

Depois, por volta das 16h, fomos para a academia, onde tinha reservado uma aula de hot yoga (que de yoga não tem nada) e suei até falar que chega, bom para queimar a gordura adquirida na viagem, hahaha.

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Aula finalizada e quando estávamos voltando para o quarto, vimos uma tromba d’água no meio do mar. Deu um pouco de medo, principalmente porque de julho até novembro é temporada de furacões e tempestades tropicais nos EUA. Mas, nós sabíamos que não era preciso se preocupar, uma vez que quando existe a possibilidade de algum furacão muito forte na rota do cruzeiro, as companhias não autorizam o embarque e podem até cancelar o cruzeiro.

DICA: Cerca de duas semanas antes da sua viagem confira no site do National Hurricane Center (NHC) sobre a possibilidade de furacão durante o seu cruzeiro, e até mesmo fique alerta aos noticiários.

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A foto não está das melhores, mas é possível ver a tromba d’água que sai do céu e toca o mar.

Voltamos então para o quarto para nos arrumar para o show e depois para o jantar. O dia não tinha tema, mas as atividades depois do jantar pediam roupa de balada.

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Aguardando o jantar no bar de espumantes do navio

O show do dia foi bem legal e diferente daquele que aconteceu no dia anterior e nós gostamos muito. Logo após o show, fomos jantar, comemos bastante e depois voltamos ao teatro, pois estava acontecendo uma competição de grupos, onde as pessoas tinham que colocar palavras de acordo com o cenário proposto pelo apresentador. Foi muito engraçado! Uma pena que chegamos já na metade do jogo, mas de todo jeito valeu a diversão.

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Brincando no teatro do navio

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De lá, fomos até a piscina do sétimo andar, pois estava acontecendo a balada silenciosa. Mas o que seria balada silenciosa? Cada pessoa recebe um fone de ouvido, onde tocam 3 opções de rádio, e cada um escolhe a música que mais agrada para ficar dentro de uma balada! É bem legal e estranho ao mesmo tempo, pois quando você tira o fone de ouvido, não tem barulho nenhum. Por outro lado, quando você vai conversar ou até mesmo pedir algo no bar, você não precisa ficar gritando, hahaha. Outro fato engraçado é quando as pessoas começam a cantar junto com a música, e você começa a escutar as pessoas cantando baixinho, uma vez que na balada, com a música alta, ninguém escuta. Eu achei a experiência muito legal.

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Balada Silenciosa

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A balada chegou ao seu fim e voltamos para o quarto, pois o dia seguinte seria a nossa primeira parada, em Sint Maarten.

See ya wanderlusters