Dia 15: Miami South Pointe Pier, Linconl Road e Nusr.Et

O último dia da viagem começou cedo, tomamos café, e fomos procurar uma praia diferente em Miami e também alguns queriam praticar stand-up paddle ou andar de caiaque. Acabou que desistimos desse plano já que estava caro e iria ser bem burocrático. Decidimos por ir aproveitar a praia perto do Miami South Pointe Pier, um píer de madeira, de 160 metros em direção ao mar, em South Beach que também conta com o South Pointe Park, com banheiros, infraestrutura de duchas, além de ser um parque cheio de árvores e bem familiar.

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Vista do Parque em direção ao Píer

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Tiramos fotos no pier, e depois fomos aproveitar a água, como sempre em temperatura agradável e clara.

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South Pointe Park Pier – a minha foto na placa desapareceu, então vai a do mozão mesmo

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Último dia de praia e de viagem

Ficamos um bom tempo na praia, e na volta, ainda aproveitamos as fontes de água doce, onde crianças e adultos se divertem bastante. O parque é muito bom e vale a pena a visita, sem contar que para onde quer que se olhe é possível ver paisagens lindas.

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Nas fontes junto com as crianças

Quando a fome apertou, deicidimos ir na nossa avenida favorita de Miami, a Lincoln Road, para almoçar. Aproveitamos que na cidade estava acontecendo um evento gastronômico, o Miami Spice, que é parecido com o Restaurant Week, que acontece no Brasil, onde o combo entrada + prato principal + sobremesa sai por $23 dólares no almoço e $39 no jantar, em restaurantes selecionados. Escolhemos então o Meat Market, e aproveitamos para ter um almoço completo por $23.

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Depois do almoço, aproveitamos para visitar mais algumas lojinhas, como a Dylan’s Candy Bar, que tem inúmeros doces e dos sabores mais bizarros que você pode imaginar, até de chocolate que imita bacon, haha.

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O teto da loja é feito de pirulitos

Voltamos mais cedo para o hotel, para aproveitar um pouco mais as áreas comuns, como a piscina (que parece bem maior do que realmente é), e para arrumar e pesar as malas. A gente também precisava descansar, já que a noite fizemos a reserva no restaurante do Salt Bae, Nusr.et.

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Piscina do Hotel

Com tudo arrumado, e nós também bem vestidos, fomos ao restaurante (MUITO CARO) comer as famosas carnes do chef que joga sal na comida de forma interessante, haha. Mas digo que valeu CADA CENTAVO DE DÓLAR.

Primeiro, o restaurante é lindo e excêntrico.

Segundo, que cada prato é uma atração à parte, cheio de processos, apresentações, pirotecnia e por aí vai.

Terceiro, sem contar que a comida é algo que eu nunca comi nada vida, de tão incrível! Nós pedimos o Nusr.et Burguer ($30) para cada pessoa e pedimos também uma costela para dividir, o 8 hours roasted asado short ribs, nós éramos 6 pessoas, mas pedimos a que serve 4 ($180).

Nessas horas ninguém nem pensou em converter para reais, se não a gente teria um pequeno troço no coração, hahaha.

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Na porta do restaurante

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O cardápio

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O lugar

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A costela DIVINA

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O hambúrguer perfeito

 

Se puder fazer essa extravagância eu aconselho fortemente a ir, pelo menos uma ver, experimentar as delícias desse restaurante.

Depois de jantar, tiramos algumas fotos pelo lugar, e voltamos para o hotel, já que a viagem tinha acabado, e só nos restava terminar as malas, pegar o voo e voltar para o Brasil.

See ya wanderlusters.

Dia 14: Miami Design District, Bal Harbour e Aventura Mall

O dia de desembarcar de vez do cruzeiro havia chegado, e por isso acordamos cedo, fomos tomar café da manhã antes de retornar para Miami. Desembarcamos no porto da cidade, pegamos nossas malas, passamos pelo caos do porto abarrotado de pessoas, custamos a encontrar a van que leva os passageiros até a locadora de carros e de lá, depois de finalmente conseguir fazer tudo, fomos para a Lincoln Road, mais uma vez, para a Apple Store.

Comemos mais um pouco, só para não perder o costume, e decidimos ir conhecer o bairro de Miami Design District. O bairro, antigamente, era bem desvalorizado, vandalizado e então a prefeitura decidiu revitalizar o bairro que hoje abriga inúmeras lojas de marcas como Gucci, Yves Saint Laurent e Christian Louboutin.

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Miami Design District

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Christian Louboutin

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Balenciaga

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Burberry

O bairro é lindo, todo pensado no design e com muito lugares para se ver. Como o dinheiro já estava no fim, ficamos apenas passeando por lá mesmo, conhecendo algumas galerias de arte e até mesmo instalações artísticas a céu aberto que valem a pena serem vistas.

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Cada canto mais lindo que o outro

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O design é muito presente neste bairro

De lá, decidimos ir conhecer um shopping tão conceitual e com lojas caríssimas, o Bal Harbour Shops, e fomos almoçar no Carpaccio, um restaurante italiano muito gostoso, porém igualmente caro, hahaha.

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Comendo bem no Carpaccio

Aproveitamos que já estávamos no local e fomos conhecer um pouco mais da ostentação de Miami com lojas como a do Alexander McQueen, Tiffany & Co., e Balmain.

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Em seguida, fomos em mais um shopping, o Aventura Mall, esse já um pouco mais acessível, haahah, e com uma infinidade de lojas para todos os gostos. No caminho, observamos os famosos e gigantescos prédios de Miami, incluindo as torres residenciais de frente para a praia de Donald Trump.

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Prédios Torres em Miami

 

No shopping fizemos mais algumas compras, conhecemos a loja da Ferrari, com direito a um carro de Fórmula 1 na loja como decoração, e, quando o cansaço bateu, fomos para o nosso hotel, o Urbanica – The Meridian.

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Tenho algumas observações sobre esse hotel. Ele é maravilhoso, com design, decoração super estilosos e parecia ser bastante confortável (pelo preço que pagamos, que não foi barato). Entretanto, chegamos lá extremamente cansados, e no quarto que nos colocaram ele ficava bem na esquina de duas ruas super movimentadas, o que fazia com que o quarto fosse incrivelmente barulhento. Pedimos para rever a reserva, já que os outros quartos dos nossos amigos não tinham barulho nenhum, a mulher da recepção ofereceu um outro quarto (menor, cama menor, menos amenidades) e também um café da manhã por conta da casa (já que ele era cobrado a parte) e pediu desculpas pelo barulho. Até aí tudo bem, mas no dia seguinte, o café da manhã era uma fruta, um biscoito e uma bebida (o que era algo bem pouco para uma refeição tão importante) e que não “pagava” a diferença de quarto e nem o transtorno do barulho pelo quarto que nós pagamos. Sem contar que, no último dia, quando fomos pedir o café da manhã e já tínhamos feito o check-out, as duas funcionárias, tanto da recepção, quanto do café, começaram a falar mal de mim, em espanhol, como se eu não estivesse entendendo nada, já que eu deveria ter pedido o café antes de fazer o check-out (lembram que o café nos foi dado devido a confusão, certo?). E por fim, o café mais completo e mais bonito que se vê nas fotos, são os mais caros e que pela confusão a responsável pelo hotel não foi capaz de incorporar na nossa reserva. Péssimo investimento e muito caro pelo serviço que oferecem, apesar da localização ser boa. Enfim, não recomendo o hotel.

Chegamos no hotel, trocamos de quarto, e decidimos jantar no hotel mesmo, que tem um bar que funciona também como balada. As opções de comida são poucas, caras, porém agradáveis.

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Tomando um Mojito 

Ficamos menos de 1 hora no bar, comemos, bebemos e decidimos voltar para o quarto para poder descansar para o último dia da viagem.

See ya wanderlusters.

Dia 13: Nassau, Bahamas – Atlantis Paradise Island Bahamas

Um dos dias mais aguardados da viagem tinha chegado, finalmente iria conhecer as Bahamas! As ilhas desse país são mundialmente famosas e encantam a todos que conhecem.

Ps: Reclamação 1 sobre o roteiro da MSC, o tempo que o navio fica embarcado no melhor destino é muito pouco, e não conseguimos fazer muito mais do que imaginamos.

Antes de viajar, já havíamos decidido que nas Bahamas iríamos pegar o day use do Atlantis Paradise Islands Hotels Bahamas, pagamos $150 pelo day use, mas existem outras opções mais baratas, mas que não dão acesso a muitas partes do complexo.

Acordamos bem cedinho, tomamos café da manhã com tempo, observamos o navio atracar no porto e ficamos esperando para descer do cruzeiro. Descemos (debaixo de uma chuva tropical), procuramos alguma van ou táxi que nos levasse até o nosso destino.

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Tomando café com vista para as Bahamas

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A construção à esquerda é o Atlantis

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Porto das Bahamas

DICA: Existem várias opções de se chegar até o Atlantis, você pode pegar um táxi, van ou ir de barco. A ideia inicial era ir de barco, porém iria demorar bastante e nós tínhamos pouco tempo na ilha. Fique atento também ao horário de chegada e saída do cruzeiro e planeje com cuidado o horário de saída, já que para chegar no resort é preciso pegar um ponte, com uma pista indo e a outra voltando, então verifique e fique esperto em relação ao trânsito.

Pegamos uma van e dividimos com outras pessoas, pagamos $5 por pessoa (se não me engano), chegamos na portaria hotel, apresentamos os nossos comprovantes de pagamento e lá pegamos a nossa pulseira que nos permitia o acesso a diversas áreas do hotel, assim como um mapa do lugar.

A propriedade do hotel é ENORME, gigantesca, e é impossível conhecer tudo no mesmo dia, então é preciso priorizar o que você quer conhecer.

Passamos por dentro do hotel, que tem milhares de lojas de grifes, um cassino igualmente grande, por um aquário enorme dentro do hotel, e continuamos por dentro do hotel por vários minutos até encontrarmos a saída. Vimos algumas tartarugas marinhas e arraias em outros aquários e só assim chegamos às piscinas. Chegamos tão cedo nas áreas comuns que nem os toboáguas estavam abertos, hahaha. Deixamos nossos pertences em cadeiras de praias e fomos explorar.

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Dentro do Cassino do Resort

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Rainha de Atlantis

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Aquário dentro do hotel

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Arraias do aquário

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As famosas torres do Atlantis

Começamos pelo Templo Maya, uma construção que conta com 3 tipos de toboáguas, o Leap of Faith, o Challenger Slide e o Serpent Slide, o primeiro tem 18 metros de queda quase vertical e que passa em um túnel dentro de um aquário cheio de tubarões; o segundo são dois toboáguas onde você pode apostar corrida com o seu amigo; e o terceiro é com uma bóia, onde você também passa em um túnel por dentro do aquário de tubarões. Começamos com o Challenger, rezando pra chuvinha passar, e também para aproveitar o máximo do nosso dia. Os meninos animaram ir no Leap of Faith, e eu prefiro ficar debaixo observando e tirando fotos.

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Templo Maya e o Leap of Faith ao fundo

Continuamos nosso dia, com o sol e um céu azul maravilhosos das Bahamas (que decidiram mostrar as caras), conhecendo outras piscinas como a Ripples, que era mais para crianças, a piscina do Templo Maya, e claro, o aquário de tubarões, nós até vimos o momento em que os treinadores estavam alimentando os bichinhos, hahaha.

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Piscina Ripples

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Aquário de tubarões visto de cima

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Aquário visto de lado e o túnel do toboágua que passa por dentro do aquário

Decidimos seguir para a Power Tower, uma torre gigantesca e que também abriga mais toboáguas. Prestenção nessa parte: subimos até o mais alto da torre para verificar as opções, e lá vimos um toboágua todo fechado, perguntamos para um funcionário se ele era “de boa”, tranquilo, sem muitas emoções, e ele prontamente respondeu que sim, mas obviamente ninguém acreditou. Ficamos esperando alguém corajoso ir na frente, ahahah, até que o Renato foi. Só que, no momento que ele entrou no toboágua ele desapareceu, ou seja, o brinquedo aquático era bem radical! Fiquei com um leve medo, haha e falei que só ia se o resto das pessoas também fosse, achando que ninguém mais ia, e não é que foi todo mundo? Me ferrei! Hahah, mas fui. Aí, descobri que esse toboágua era o The Abyss, ou o Abismo, com 60 metros de comprimento! Só sei que eu fechei o olho e rezei pra acabar logo, hahaha, e cheguei no fim com minha lente toda fora do lugar e sem enxergar nada, hahaah. Valeu a experiência, mas nunca mais faço isso.

De lá fomos para o rio lento, que começa com uma piscina e depois vai seguindo seu curso, e que também tem partes de correntezas, é bem legal. Aproveitamos que estávamos com as bóias, e voltamos para a Power Tower, já que lá também abriga diferentes toboáguas, como o The Surge, The Drop e o The Falls – e obviamente fomos em todos.

Nessa hora a fome bateu e comemos em um dos fast foods perto da piscina, o Shark Bites. O lanche tava bem gostoso, mas o preço foi salgado. De lá, decidimos ir para uma das praias do resort, a que fica atrás da Power Tower. O mar é incrivelmente claro, mais puxado para o verde, água quente e cheio de peixinhos fofinhos. Aproveitamos a praia, o mar e tudo que as Bahamas poderiam oferecer, hahaha.

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Praia Maravilhosa

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apaixonada pelas Bahamas

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Depois, sempre de olho no relógio para voltar ao navio a tempo, voltamos para as piscinas, e algumas pessoas foram novamente nos toboáguas e eu quis ficar um pouco mais na piscina.

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mais algumas fotos do melhor destino do cruzeiro

DCIM117GOPROFomos também no Dolphin Cay, onde é possível nadar com os golfinhos, mas essa experiência é paga e bem cara, e por isso preferimos ficar de longe só vendo os golfinhos brincando e aparecendo para o público, foi bem fofinho.

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Dolphin Cay

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Golfinhos ❤

Olhamos para o relógio e percebemos que faltava menos de uma hora para o cruzeiro zarpar, então nos apressamos para pegar uma van de volta para o porto. O mais legal do Atlantis, é que são vários prédios e tipos de hospedagens e na hora de sair, como estávamos bem perto de uma, saímos por um lugar diferente de onde entramos, e o hall era simplesmente encantador!

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Sem palavras pra esse lugar ❤

PS: Reclamação 2 da MSC – o horário de sair das Bahamas do navio era às 16h, e todos os funcionários de lá fazem bastante terror com o fato de você ser largado para trás, entretanto, o cruzeiro nesse dia só saiu do porto às 18h! Ou seja, poderíamos ter ficado mais tempo no resort, aproveitado mais, conhecido mais lugares. Enfim, não sabemos o porquê do atraso, mas sabemos que, se você está em uma das excursões do cruzeiro e ela atrasa, o navio irá esperar até a excursão retornar ao cruzeiro. Tudo bem, vida que segue.

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Ths Island of the Bahamas

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Voltamos para o navio, e fomos para a piscina, aproveitar o sol incrível que estava fazendo. Ficamos até bem tarde na piscina, conversando, tomando sol e aproveitando o último dia de cruzeiro.

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Despedindo das Bahamas

Voltamos para o quarto, e nesse dia você já recebe as etiquetas da sua mala e também o horário que você sairá do navio. Tomamos banho e começamos a arrumar as nossa bagagens, já que se, você quisesse que a tripulação do navio descesse com elas para você, elas deveria estar para fora do seu quarto até as 22:30.

Descansamos um pouco, fomos jantar e nos despedir dos queridos garçons que nos atenderam durante aquela semana, e não ficamos andando muito, já que era a última noite e queríamos descansar do dia.

See ya wanderlusters.

 

Dia 13: Mais um dia em alto mar

Depois de dois portos seguidos, St. Maarten e Porto Rico, era dia de recuperar as energias velejando em alto mar e ir em direção às Bahamas. Então acordamos mais tarde, tomamos café da manhã com calma, e combinamos de encontrar na área dos toboáguas e parque aquático do navio, para curtir mais um pouco e se divertir no navio.

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brincando no toboágua do navio

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piscina ❤

Ficamos por conta de sol e piscina quase que o dia todo! Só paramos para almoçar, mas depois voltamos para aproveitar mais um pouquinho o sol.

O dia pediu descanso e vários nadas para fazer, então obviamente que aproveitamos para cochilar mais um pouquinho no quarto, e ficar à toa até a hora do jantar.

O jantar foi ótimo, os garçons cantaram para os hóspedes do navio, fizeram a maior festa. Além disso, nesse dia, pudemos conhecer os cozinheiros e chefs, aquelas pessoas que fazem os nossos pratos, mas que ficam o tempo todo escondidos na cozinha. Foi muito legal ver e aplaudir esses funcionários, que fazem a nossa estadia no cruzeiro bem mais gostosa.

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Um bom vinho para acompanhar o jantar

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A festa dos garçons

E depois, como de costume, fomos procurar alguma atividade recreativa antes de dormir. A programação era da noite do Karaokê, onde os próprios viajantes tinham o microfone aberto e podiam cantar, foi bem divertido.

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Noite do Karaoquê

O sono foi chegando e a vontade de conhecer logo no próximo destino também. Então, aproveitamos para dormir (só mais um pouquinho) para no outro dia acordar cedo e conhecer as Bahamas.

See ya wanderlusters.

 

Dia 12: San Juan, Porto Rico

Se o dia anterior tinha começado cedo, esse começou pelo menos umas duas horas antes, hahaha. Chegamos super cedo em Porto Rico, e como sempre, não perdemos nenhum segundo e fomos logo sair do navio para desbravar o local.

Como nossa viagem estava repleta de praias, decidimos não ir em nenhuma praia em San Juan, mas sim conhecer a cidade histórica, os castelos e fortes e todas as ruazinhas da cidade.

Saímos do navio e ficamos abismados com a quantidade de taxistas e pessoas com van que oferecem diferentes tipos de tours, alguns mais caros, outros mais baratos, e é preciso ter paciência e jogo de cintura para negociar.

Ficamos com um guia, o , que cobrou $55 por pessoa (achei bem caro, mas paguei) para um tour de 3h, e neste preço já estava incluso um tour pela fábrica da Bacardi. Como estávamos em um grupo de quatro pessoas, acabou que o tour foi exclusivo, e o guia estava a nossa disposição.

DICA: Caso você queira explorar apenas os fortes e a cidade histórica, você pode fazer tudo a pé! Isso mesmo, já que os dois fortes mais importantes, além da parte histórica serem bem próximas ao porto. Outra dica é que em San Juan existe o aplicativo de carros Uber, então se você preferir, pode pedir uma viagem e gastar bem menos nesse destino. Agora, se você deseja ir para Bacardi indico fechar um tour, pois o lugar é bem longe do porto. Eu vi a opção de pegar uma balsa para chegar até o local da fábrica, mas não sei os detalhes ao certo.

Começamos o tour pelo bairro de Las Marías, onde ficam algumas das casas mais antigas da cidade. Passamos pela praia de Ocean Park, muito recomendada para visitas e para aproveitar o dia, e depois seguimos para o Parque Memorial, uma praça bem lindinha, de frente para a praia de Atlantic Beach, e que ainda possui uma calçada da fama porto riquenha, com nomes como Enrique Iglesias e Rick Martin.

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Parque Memorial

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Atlantic Beach

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Finge costume que o crush está vindo haahah

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No pier de frente pra Atlantic Beach

Continuamos o nosso tour de carro e passamos pelo Escritório do Governo de Estado, onde fica o governador e os senadores do país que recebem ordens do presidente Trump, já que Porto Rico é estado norte americano e os cidadãos também têm os mesmos direitos que um cidadão americano. Seguimos pelos forte de San Felipe Del Morro e de San Cristóbal, passamos em frente ao cassino mais antigo de San Juan, que hoje não está em funcionamento. Passamos também em frente a comunidade mais antiga da cidade, conhecida como La Perla, e foi lá, nessa comunidade, que parte do clipe Despacito, de Luis Fonsi, foi gravado. Passamos também em frente a Plaza del Quinto Centenario ou Plaza del Totem, onde um totem foi erguido como marco dos 500 anos do descobrimento da América; a igreja de San Juan, a um antigo convento, onde hoje é um hotel, e também em frente a casa do Governador.

Depois desse tour rápido, fomos direto para a fábrica da Bacardi, onde nós iríamos realizar o primeiro tour do dia, às 9h da manhã (só aí você já percebe o quão cedo levantamos, hahaha).

Na fábrica, o nosso guia resolveu todas as burocracias que envolvem a nossa entrada na fábrica e em pouco tempo já estávamos prontos para sentar em um carrinho e conhecer mais sobre a marca e a fábrica.

O tour que nós compramos custou $15 dólares e durava cerca de 1h e você ainda ganhava um drink para degustação. Começamos pegando um carrinho que leva até a entrada da casa para um tour, seguido de uma breve explicação da guia sobre o por que da marca ter ficado tão famosa no seguimento de rum, e tal fato se deve ao processo de fabricação e destilação do rum que começou a ser feita de modo lento, gota a gota, onde o rum adquiria mais sabor no passar do tempo.

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Na entrada da Casa Bacardi

Depois da introdução, fomos ver um vídeo sobre a empresa, que também é detentora de marcas como Grey Goose Vodka, Vodka Natasha e Martini. Descobrimos o porquê da marca ter o morcego como símbolo, e tal fato se deu por dois motivos: morcego é o símbolo de união, família e prosperidade, e também porque no local onde a família começou os negócios era repleto de morcegos.

Continuando o tour conhecemos mais sobre a história da marca, como ela sobreviveu durante a proibição de bebidas alcoólicas nos EUA, e como, até hoje, a empresa ainda é uma companhia familiar, controlada pelos herdeiros dos fundadores. Conhecemos também os três drinks mais famosos da Bacardi, o Cuba Libre (coca-cola com rum), Mojito (rum, limão, água com gás e hortelã) e os famosos drinks com rum saborizado (como o Big Apple). Vimos parte da fábrica e alguns tonéis de rum e o tour termina na loja da Bacardi com inúmeras opções de souvenirs e até mesmo alguns rótulos de rum exclusivos que são comerciados apenas nesta fábrica. Além disso, você pode comprar uma garrafa e estampar seu nome nela, é bem legal a experiência.

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Depois do fim do tour voltamos para o bar principal, onde começamos o tour, para pegarmos nosso drink junto com um copo colecionável. Escolhemos o drink que mais nos agradava e fomos desfrutar mais um pouquinha da experiência Bacardi.

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Casa Bacardi + drink

De lá, seguimos para o Forte Felipe Del Morro, dessa vez para explorarmos melhor a construção. Andamos por todo forte, também chamado de castelo, desde os porões até os terraços, sem contar a vista incrível do lugar para o mar.

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Forte San Felipe Del Morro

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Entrada do Forte

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vista para o mar

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De lá, seguimos andando rumo a casa do Governador, e passamos pela Plaza del Totem e pela igreja de San Juan e do Convento.

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Plaza del Totem

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Igreja de San Juan

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Ruazinha fofinha na frente da Igreja e ao lado do Convento

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Na rua da casa do Governador

Nessa hora a fome batia loucamente, e enquanto procurávamos por um lugar para comer, encontramos a casa onde foi criada a Piña Colada, em 1963.

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Restaurante Borrachina, onde a Piña Colada foi inventada

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DICA: Eles dão algumas amostras grátis de Piña Colada, então vale a pena entrar.

Seguimos na busca pelo restaurante e encontramos uma Pizza Hut, que apareceu do nada, hahah, e foi a melhor ideia para matar a nossa fome a preços acessíveis.

Depois de alimentados e nutridos, e muito felizes, hahaha, seguimos em direção ao segundo forte do dia, o Forte de San Cristóbal, mas antes disso passamos pela praça de Cristóvão Colombo.

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Praça de Cristóvão Colombo

O Forte de San Cristóbal abriga também um museu com várias informações sobre o forte e sobre o lugar, bem interessante, e o mais legal foi que, como já havíamos comprado o ingresso para o Forte San Felipe Del Morro, não precisamos pagar para visitar este forte, apenas apresentar o ingresso.

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Peças da época no museu do forte

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Dentro do Forte de San Cristóbal

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vista do forte para o mar

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O forte é tão perto do porto que é possível ver os navios de lá

Depois de explorar o segundo forte do dia, já estava na hora de voltar para o navio e seguir viagem. Não demoramos mais que 5 minutos para chegar até o porto e para entrar na área de embarque, tivemos que mostrar o passaporte e o nosso cartão de acesso ao navio. Corremos um pouco para fugir da chuva tropical, mas nada que atrapalhasse o nosso passeio.

Voltamos para o quarto para um bom banho e descansar, já que a noite teria o jantar italiano e festa branca no navio.

Descansados, descemos para o jantar, e o restaurante estava decorado à moda italiana, e os pratos também, e nós, claro, estávamos vestindo o que a noite pedia, branco.

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Noite Italiana

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White Party

O jantar foi muito bom, assim como todos os outros dias, e de lá fomos até a White Party, ou festa do Branco, que acontecia no deck principal do navio, com muitas músicas latinas, coreografias e pessoas animadas dançando.

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bons drinks

Wine & Cocktails bar

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White Party

Depois de requebrar bastante, decidimos ir conhecer mais um bar do navio, das milhares de opções que o cruzeiro oferece, e depois voltamos para o quarto.

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conhecendo mais um bar do cruzeiro

See ya wanderlusters.