Dia 11: Sint Maarten ou Saint Martin?

O dia começou bem cedinho, com café da manhã no buffet self-service, para não perder tempo no cruzeiro, já que iríamos para Saint Martin o quanto antes possível. Depois do café da manhã, fomos até a varando do quarto de nossos amigos para observar o navio “estacionando”, ou seja, chegando no porto para o desembarque de passageiros.

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O navio chegando no porto

DICA: Se prepare e leve tudo que você puder precisar, principalmente o cartão do navio, passaporte, dinheiro e claro, alguns snack para você não morrer de fome ao longo do dia.

O porto fica do lado holandês da ilha, na capital Philipsburg. Ao sairmos do navio, já fomos procurar algum taxista ou excursão que fizesse um tour pela ilha com um preço aceitável. Fechamos uma van, de pessoas credenciadas pelo governo, com outras 4 pessoas, um preço de $25 dólares por pessoa, um tour de 3hrs pela ilha, passando pelos lados holandês e francês. Decidimos fazer o tour invertido, onde começamos pelo lado francês (mais longe) e finalizamos no lado holandês (mais próximo do porto).

DICA: Fique sempre atento ao horário de volta do navio, já que se você não for pontual ele vai te deixar para trás. Por isso, prefira conhecer os locais mais distantes primeiro para depois conhecer aqueles que são mais perto, se possíveis em uma distância andável, principalmente em Saint Martin, pois o trânsito da ilha é pesado e intenso.

O nosso guia fez um tour guiado e contou sobre a história da ilha de Saint Martin, que é dividida entre duas nações, possui duas jurisdições, duas moedas (apesar de que nos dois lados se aceita o dólar americano), duas polícias, e por aí vai. Algumas coisas são permitidas do lado holandês, como cassinos e bordéis, enquanto do lado francês, tais atividades são consideradas crimes. E que mesmo com essa divisão, não existe uma fronteira demarcada, portanto o caminho é livre e você pode circular pelos dois países sem problemas. Além disso, o turismo é a principal fonte de renda da ilha, já que a terra de lá é vulcânica e não adequada para o plantio, e por isso que a presença de nós é tão importante e valorizada por eles.

Obs: o furacão Irma, que atingiu a ilha no ano passado (2017) destruiu grande parte da ilha, afetando restaurantes, hotéis e claro, a população nativa da ilha, que em sua maioria é pobre. Muitos desses empreendimentos turísticos não serão reconstruídos e investidores deixaram de fazer negócios por lá, ou seja, o turismo foi MUITO afetado, assim como a vida da população que vive lá. A situação toda é muito triste, repleta de ruínas e resto de construções, por isso que nós compramos muito de locais por lá e tentamos, de uma forma ou de outra, tentar ajudar os negócios locais da ilha.

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Algumas casas ainda estão em reforma devido aos danos causados pelo Irma

Nossa primeira parada foi em Orient Bay, uma das praias do lado francês. A água incrivelmente azul, quentinha e com um clima que te abraça de tão gostoso que é lá. Ficamos pouco tempo nesta praia, já que estávamos no início do tour, mas foi tempo suficiente para tirar algumas fotos e perceber as maravilhas do lugar.

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Orient Bay

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Água azul e quentinha

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Seguindo viagem, fomos passando por dentro da ilha e paramos em Marigot, a capital do lado francês. Passeamos por uma feirinha com produtos turísticos, como canecas, blusas, bonés, imãs, etc. Vimos também ao longe uma construção bem similar a um castelo, que fica bem no alto e que tem uma vista para toda a baía. Até pensamos em subir, porém eram muitos degraus e um tempo muito curto, já que teríamos mais tour pela cidade.

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Feirinha de Marigot

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Castelo ao fundo

Atravessamos novamente a fronteira invisível e voltamos para o lado holandês e finalizamos o nosso passeio na praia de Maho Beach, a mais famosa praia da ilha, já que ela fica ao lado do Aeroporto Princesa Juliana, onde os aviões passam bem em cima dos banhistas (tenho certeza que você já viu uma foto ou vídeo de lá).

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Quadro de horários das chegadas dos aviões

A praia tem uma faixa de areia bem estreita, e com vários turistas e navios atracados na ilha era quase impossível achar um lugar ao sol, mas achamos. O bom da praia é que ela possui um bar com estrutura e preços bem ok para o local.

Logo que chegamos já fomos para a praia, achar um lugar para a foto perfeita com o avião passando em cima de nossas cabeças, hahaha. Mas o que eu fiquei mais impressionada foi com a cor da água. AZUL AZUL AZUL, parecia até que eu estava dentro de uma piscina, além da água também ser bastante quentinha.

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Maho Beach

Depois do mergulho ficamos esperando algum avião decolar ou pousar, mas tenha BASTANTE cuidado, principalmente se você quer ver um avião levantando voo, já que a força das turbinas do avião podem te fazer cair, além de jogar pedras e areia no seu rosto. No local existem várias placas alertando sobre os perigos do lugar, mas as pessoas não respeitam e acabam se machucando. Do jeito que eu sou medrosa, eu nem cheguei perto, mas vi muita gente rolando e comendo areia, hahaha. Fiquei no mar mesmo observando os aviões chegarem e dá um pouco de medo deles caírem na sua cabeça, hahaha, mas é uma experiência muito incrível, recomendo.

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No aeroporto chegam aviões grandes e pequenos, como o da foto

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Olha o tamanho desse! E o tanto de gente na praia

De lá fomos comer no Sunset Beach Bar, que estava lotado, e os garçons não estavam dando conta de atender todas as mesas, mas recomendo a pizza do lugar, uma delícia!

Decidimos ir conhecer outra praia de Philipsburg, dessa vez uma que fica a uma distância andável do porto, pois ficamos com muito medo do trânsito da ilha (isso porque nós pegamos um engarrafamento durante o tour). Chegamos em Great Bay Beach, que oferece inúmeras opções de restaurantes e barracas para alugar na orla.

DICA: Nós paramos na primeira barraca que ofereceu o aluguel de sombrinha e espreguiçadeiras por $20. Comparamos com o preço de Miami e achamos que valia a pena, já que nos EUA nós pagamos esse preço só pela sombrinha. Mas, depois, quando fomos andar mais pela orla, vimos que um hotel oferecia sombrinha, duas espreguiçadeiras, banheiro, wi-fi, ducha de água doce e mais dois drinks por $25! Sem contar que também ofereciam serviços de restaurante na beira da praia. Ficamos bem chateados, mas foi bom para aprender, hahah.

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Great Bay Beach e os cruzeiros atracados ao fundo

Ficamos algumas horinhas no mar, descansando, tomando sol e sempre de olho no horário de retornar para o cruzeiro. Aproveitamos e fomos andar pela orla da praia e conhecer um pouco mais do lugar, e assim chegamos até a Courthouse de Philipsburg, que fica de frente para uma praça linda e que ainda tem no chão um mapa da ilha com a divisão entre França e Holanda.

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Em frente a Courthouse e ao mapa da ilha

Andamos um pouco mais e voltamos a pé para o cruzeiro, mas não antes de tirar uma foto na frente da placa de Sint Maarten, que fica bem próxima ao porto, e ela é tão grande que é meio impossível não ver, hehehe.

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Espero te ver em breve também St. Maarten

De volta para nossa embarcação tudo que eu precisava era de um bom banho e um descanso merecido antes das atividades noturnas.

Descansado, de banho tomado e arrumados, fomos mais uma vez jantar lindamente no Ipanema Restaurant. Depois de lá fomos passear pelo cassino e por um bar que tocava jazz todas as noites. Mas o sono estava demais e preferimos voltar para o quarto, já que o dia seguinte seria dia de passear em San Juan, Porto Rico.

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Brincando no cassino do navio

See ya wanderlusters.

Dia 10: Segundo dia em alto mar

Mais uma vez, acordamos no meio do oceano Atlântico ou no mar do Caribe, não sabíamos ao certo, pois estávamos sem internet e o pacote de wi-fi pago do cruzeiro custava SÓ $200 pela semana, por pessoa 😮 Preferi ficar desconectada mesmo (e isso faz muito bem). Acordamos mais tarde, já que a gente queria descansar nas férias e não ter uma rotina, e por isso nesse dia nós tomamos café da manhã no restaurante do buffet, que funciona no estilo self-service.

De lá, fomos direto para a piscina principal, a Miami Beach Pool, e obviamente que ela estava lotada e quase não tinha cadeira para tomar sol, mas dei sorte e achei duas hahaha. Ficamos um pouco por lá e depois fomos conhecer a parte do parque aquático, com toboáguas e piscinas infantis e também a piscina indoor, a Jungle Pool, que tem teto retrátil e pode fechar caso esteja chovendo (só fiquei sabendo disso depois que peguei chuva no dia anterior). Essa piscina é BEM mais vazia que as outras e mais agradável também.

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Tomando sol na beira da Miami Pool

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Preferimos trocar pela Jungle Pool – bem mais vazia

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Visão da Jungle Pool

Fomos em todos os toboáguas que o navio oferece em menos de meia hora, e foi bem divertido fazer algo diferente daquilo que fizemos no dia anterior. O MSC Seaside tem opções com bóias, sem bóias, com fundo transparente, dois toboáguas que vão lado a lado e servem para brincar de competição, e por aí vai.

Aproveitamos também e fomos conhecer e experimentar as banheiras de hidromassagem do navio, que ficam próximas as piscinas. Entramos, mas foi um pouco difícil ficar dentro delas, já que é MUITO quente, fiquei até com medo da minha pressão cair de tão quente, haha.

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Cozinhando dentro da banheira – com o mar no fundo

Ficamos mais um pouco na piscina, curtindo o dia, e quando chegou a hora do almoço, decidimos ir almoçar no restaurante à la carte. Talvez pelo horário ou por ser apenas duas pessoas, o maitre do restaurante perguntou se nós não nos importávamos em dividir uma mesa, e a resposta foi que seria sem problemas.

Chegamos na mesa e vimos uma família de 4 pessoas na mesa, que falavam uma língua que eu nunca tinha ouvido na vida. Fiquei me perguntando de onde eram. O assunto não fluiu muito já que eles estavam com crianças, mas a convivência foi tranquila. Quando terminamos o almoço e já estávamos quase saindo eles nos perguntam de onde eu era, hahaha, já que eles também não tinham ideia qual língua estávamos falando, e eles estavam em dúvida entre português e italiano. Nessa hora aproveitei e perguntei também de onde eram, e eles eram de Israel e falavam hebraico. Juro, achei a coisa mais legal da vida, hahaha. Que dia eu iria imaginar que conheceria pessoas de Israel?

DICA: Se você gosta de conhecer novas pessoas e cultural, um navio é uma ótima ideia, pois nele tem pessoas de todos os lugares do mundo. No nosso vimos pessoas da Índia, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Brasil, Colômbia, Israel, Itália, EUA, América Latina e por aí vai. É muito legal e interessante ver um mini mundo dentro do navio, hahah. E claro, sem contar os próprios funcionários do cruzeiros que, em sua maioria, são da Ásia.

Resolvemos então fazer uma sesta, mais conhecida como cochilo pós-almoço, já que ainda estávamos com água de piscina no corpo.

Depois, por volta das 16h, fomos para a academia, onde tinha reservado uma aula de hot yoga (que de yoga não tem nada) e suei até falar que chega, bom para queimar a gordura adquirida na viagem, hahaha.

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Aula finalizada e quando estávamos voltando para o quarto, vimos uma tromba d’água no meio do mar. Deu um pouco de medo, principalmente porque de julho até novembro é temporada de furacões e tempestades tropicais nos EUA. Mas, nós sabíamos que não era preciso se preocupar, uma vez que quando existe a possibilidade de algum furacão muito forte na rota do cruzeiro, as companhias não autorizam o embarque e podem até cancelar o cruzeiro.

DICA: Cerca de duas semanas antes da sua viagem confira no site do National Hurricane Center (NHC) sobre a possibilidade de furacão durante o seu cruzeiro, e até mesmo fique alerta aos noticiários.

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A foto não está das melhores, mas é possível ver a tromba d’água que sai do céu e toca o mar.

Voltamos então para o quarto para nos arrumar para o show e depois para o jantar. O dia não tinha tema, mas as atividades depois do jantar pediam roupa de balada.

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Aguardando o jantar no bar de espumantes do navio

O show do dia foi bem legal e diferente daquele que aconteceu no dia anterior e nós gostamos muito. Logo após o show, fomos jantar, comemos bastante e depois voltamos ao teatro, pois estava acontecendo uma competição de grupos, onde as pessoas tinham que colocar palavras de acordo com o cenário proposto pelo apresentador. Foi muito engraçado! Uma pena que chegamos já na metade do jogo, mas de todo jeito valeu a diversão.

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Brincando no teatro do navio

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De lá, fomos até a piscina do sétimo andar, pois estava acontecendo a balada silenciosa. Mas o que seria balada silenciosa? Cada pessoa recebe um fone de ouvido, onde tocam 3 opções de rádio, e cada um escolhe a música que mais agrada para ficar dentro de uma balada! É bem legal e estranho ao mesmo tempo, pois quando você tira o fone de ouvido, não tem barulho nenhum. Por outro lado, quando você vai conversar ou até mesmo pedir algo no bar, você não precisa ficar gritando, hahaha. Outro fato engraçado é quando as pessoas começam a cantar junto com a música, e você começa a escutar as pessoas cantando baixinho, uma vez que na balada, com a música alta, ninguém escuta. Eu achei a experiência muito legal.

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Balada Silenciosa

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A balada chegou ao seu fim e voltamos para o quarto, pois o dia seguinte seria a nossa primeira parada, em Sint Maarten.

See ya wanderlusters

Dia 9: Em alto mar

O primeiro dia de verdade em alto mar começou cedo, já que todo dia a noite, o camareiro deixa em seu quarto uma programação completa do dia seguinte, e assim você consegue se programar para as atividades que mais te interessam. Começamos com um café da manhã reforçado, onde você pode optar por comer no buffet, no esquema self-service, com várias opções de comidas de café da manhã ou até mesmo escolher o restaurante à la carte, no caso era o restaurante Seashore, sem acréscimos ou cobranças a mais por esse serviço.

Depois do café da manhã fomos participar de um alongamento matinal de frente para a piscina, e logo em seguida fomos conhecer  a academia, que possui uma infraestrutura relativamente boa e com opções de equipamentos e materiais para se exercitar. Aproveitamos e fomos queimar um pouco das calorias adquiridas, hehe.

Passada a manhã fitness, resolvemos aproveitar o sol e a piscina, além de também participar de algumas das atividades recreativas do navio, como competições de gols, brincadeira de adivinhação, etc. Estava tudo lindo e maravilhoso até que o navio atravessou uma zona de chuva e o esquema da piscina falhou, hahaha.

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Aproveitando o solzinho

Depois de algumas horas, e da chuva, decidimos então ir almoçar, no mesmo local do café manhã, desta vez com o cardápio adaptado para esta refeição.

DICA: os restaurantes à la carte não ficam muito cheios, pois a maioria das pessoas não tem paciência de esperar a comida e preferem ir direto ao buffet ou até mesmo não sabem da existência desses restaurantes. Então, fique sempre de olho em todos os lugares do navio, na programação do dia, e no caso da MSC, também no aplicativo para celular, que tem todas as informações sobre o navio.

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COMIDA – sobremesa delícia do almoço

Almoçamos e nossos amigos iriam desfrutar do spa, que é pago, e eles pagaram um valor de $300 pelo casal, onde você pode aproveitar as regalias do lugar (massagens não estão inclusas nesse preço) como banhos aromatizados, sauna, duchas, banheiras de hidromassagem, etc. Para quem gosta desse tipo de atividade, em casal, vale a pena, agora pra mim, eu não achei interessante e troquei o spa por mais um cochilo, hahaha.

Voltamos para o quarto, cochilamos, e nos arrumamos, pois queríamos ver o pôr-do-sol do navio, já que no dia anterior, quando esse evento aconteceu, eu estava capotada, hahaha.

Verificamos no aplicativo da MSC o horário do pôr-do-sol e nos preparamos para ver de um dos andares mais altos do navio, de frente pro mar e próximo a Bridge of Sighs (a famosa ponto com chão de vidro). Ficamos observando o sol ir de encontro ao mar, e as nuvens no caminhos atrapalhando a visão, hahaha, até que a fome bateu e fomos fazer um lanchinho antes de voltar para o quarto e nos arrumarmos, pois era o dia do jantar de gala.

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Bridge of Sighs

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Chão de vidro

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Com algumas nuvens e chuva no caminho, mas tudo bem

No jantar da noite anterior, nossos garçons nos informaram que o dia seguinte era o de gala, e como eu me informei antes sobre esse evento, já tinha levado na mala um vestido longo, nada muito arrumado, mas que servia para este evento.

Algumas pessoas não ligam para as festas e noites temáticas do navio e vestem as roupas que quiserem, por outro lado, tem pessoas que levam os temas muito a sério e vão de smoking e vestidos de pedrarias, hahaha.

Mas antes do jantar de gala, fomos conferir o primeiro espetáculo que o cruzeiro oferece, no teatro do navio. No caso da MSC tivemos que fazer uma reserva prévia da nossa presença, para evitar superlotação.

DICA: Chegue cedo no teatro, pois lota e você pode não conseguir assistir ao espetáculo, hahaha. É também no primeiro dia que o capitão apresenta toda a sua equipe no teatro, em várias línguas. O capitão do nosso navio falou a mesma frase de boas vindas em vários idiomas diferentes (italiano, inglês, espanhol, português, francês, alemão) 😮

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O capitão do navio apresentando os funcionários e dando as boas vindas aos navegantes

Sempre ouvi falar que o teatro do navio é o local que mais balança, e é verdade. Eu, entre todos os amigos, fui a mais afetada pelo balanço do mar, seja de dia ou de noite, descobri que sou sensível e ficava tonta com facilidade, hahaha. Uma dica, dos próprios funcionário do navio, é comer maçã verde! Ou seja, pode-se perceber que minha dieta foi regada a maçã verde, hahaha.

Apesar do balanço, o show é tão legal que você se distrai e nem lembra do balanço. Indico bastante que você assista a pelo menos um dos shows do navio.

Passado o show fomos todos jantar no melhor estilo de gala possível, haha, e comer porque é a segunda melhor coisa a se fazer no navio, hahaha.

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Depois do jantar, mais uma vez, fomos andar pelo cruzeiro em busca de entretenimento antes de dormir.

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No clima do jantar de gala

O legal do navio, que mesmo você passeando por dentro dele todos os dias, a cada dia você descobre algo novo, e se encanta cada vez mais por essa atmosfera.

See ya wanderlusters.

Dia 8: MSC Seaside here we go!

Acordamos, tomamos café, terminamos de arrumar as malas, devolvemos o Airbnb e decidimos subir de carro a famosa Collins Avenue, uma avenida enorme em extensão e que abriga os principais hotéis de Miami, já que fica a um quarteirão da praia. Além disso, a avenida oferece inúmeras opções de restaurantes, baladas e lojas de compras. Subimos por um bom tempo de carro, em direção ao norte, e decidimos voltar para a Lincoln Road para almoçar.

Adivinha onde fomos? Isso mesmo, Shake Shack, hahaha. Depois passeamos mais um pouco pelas lojas e fomos direto para o porto de Miami para embarcamos para o nosso cruzeiro.

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Shake Shack por favor me contrata pra ser garota propaganda – pode me pagar em lanches

Primeiramente, assim que chegar no terminal de embarque, você precisa fazer o despacho das bagagens grandes, etiquetar com o número da sua cabine e apresentar algum documento que comprove que você pagou pela viagem de navio.

DICA: Programe-se bem para o dia do embarque, principalmente se você tiver que devolver o carro alugado. E verifique algumas-várias vezes qual é o horário do seu embarque para não perder a hora.

No nosso caso, enquanto algumas pessoas do grupo foram devolver o carro no aeroporto, outras ficaram esperando na fila. No caso, a fila de embarque estava andando bem rápido, tanto que saímos e ficamos esperando do lado de fora. Só sei que só 1h30 depois que todo grupo estava reunido para fazer o check-in no navio.

Pegamos a fila, passamos pelo raio-x e pela verificação dos passaporte, fizemos o check-in, recebemos o cartão de embarque (que é o quase o equivalente ao seu passaporte para o navio), e por fim entramos no navio. A ansiedade estava a mil!

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YEY!

Logo depois fomos cada um procurar a sua cabine, hahaha, o navio é tão grande que eu me perdi várias vezes, e após alguns 20 minutos procurando e rodando igual barata tonta, encontramos nossa cabine.

Deixamos as malas de mão na cabine, e pouco tempo depois as malas despachadas também já estavam na porta do nosso quarto. Colocamos tudo pra dentro e fomos desbravar o MSC Seaside.

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O navio ainda atracado em Miami

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Começamos pelo atrium gigante de 4 andares com escadas de degraus de Swarovski que brilham mais que tudo; depois fomos conhecer a primeira piscina, a South Beach Pool, que fica no 7° andar, vimos a Bridge of Sighs de baixo, e depois subimos pelo elevador panorâmico até a mesma para andar em uma passarela de vidro transparente. Algumas pessoas sentem medo, mas pra mim foi tranquilo, hahaha. De lá fomos visitar o buffet 24h de comida, que já estava cheio e com várias opções de lanche. Depois fomos até o 16° andar, conhecer a Miami Beach Pool e o deck onde todos os dias tem recreação e atividades em torno da piscina.

Na hora que chegamos a equipe de recreação estava se apresentando, juntamente com os personagens da MSC e que no final se transformou numa enorme fila da Conga, onde eu e o Renato fomos “obrigados” a participar, hahaha.

Depois fomos conhecer os outros andares, alguns restaurantes como o Sports Bar, o Garage, o Heaven Lounge, a loja de chocolate, as lojas de perfume e roupas, etc.

Depois do pequeno (grande) tour pelo navio, fomos dar um cochilo, tomar banho e nos arrumar para o primeiro jantar no navio. No próprio cartão do navio já está escrito o nome do restaurante e o horário onde você irá jantar todos os dias e também o número da sua mesa. O horário do seu jantar é escolhido no momento em que você faz a reserva do cruzeiro.

DICA: Como estávamos em seis, nós ligamos antecipadamente para a MSC para que todos fossem colocados na mesma mesa e pudessem jantar juntos todos os dias, e deu certo.

Nos arrumamos e fomos até o restaurante Ipanema, fomos guiados por um garçom até a nossa mesa, e lá conhecemos a pessoa que iria nos servir durante toda a semana.

DICA: Dê a tip (ou gorjeta) tanto para o camareiro, que irá arrumar o seu quarto todos os dias, quanto para o garçom, no primeiro dia da viagem. Desse jeito você garante um atendimento melhor e às vezes até algumas regalias.

O jantar é no formato à la carte, onde você escolhe a sua entrada, prato principal e sobremesa dentro das opções oferecidas no cardápio, e já faz o pedido logo no início. Lembrando que cada dia é um cardápio diferente, mas pergunte também se existem opções fora do cardápio.

Em relação às bebidas, elas são pagas à parte, e você pode pedir para o garçom e o mesmo irá atrelar o pedido à sua cabine.

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Olha esse brownie ❤

Após o jantar, fomos explorar um pouco mais o navio, e é bastante comum que existam diversas atrações e shows por todo navio, e nós fomos explorando essas atividades recreativas e depois fomos dormir, pois é a melhor atividade a se fazer dentro de um navio, hahah.

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A famosa escada de Swarovski – brilha tanto que nem precisa do app Kira Kira

See ya wanderlusters

Dia 7: Vizcaya e Key Biscayne

O dia começou agitado e com cara de que a viagem prometia, com muito sol e vontade de conhecer cada cantinho de Miami. Quando estávamos em Dry Tortugas uma americana puxou papo com a gente e quis saber um pouco mais sobre a nossa viagem. Papo vai, papo vem, ela indicou o Vizcaya Museum and Gardens, um museu lindo que era casa de um milionário que desejava trazer um pouco da Europa para os EUA. Decidimos então ir conhecer o tal museu.

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Entrada do museu Vizcaya

O museu cobra cerca de $18 por pessoa para a entrada, e se você quiser, pode pagar também pelo livro guia do local, ou até mesmo uma visita guiada (não lembro os preços). Preferimos ir conhecendo no nosso ritmo e aos poucos o lugar.

A casa é gigantesca, com dois andares aberto à visitação, além de inúmeros jardins onde você se perde em meio a imensidão. Foi uma grata surpresa ir e conhecer esse museu incrível.

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Vizcaya era o nome da casa de inverno, que foi construída entre 1914 e 1922 em Miami, de James Deering, um magnata europeu que ia para os EUA aproveitar o inverno da cidade. De acordo com a história, James adorava dar festas em sua casa, e que ele usou a piscina apenas uma vez. Olha só algumas fotos da propriedade:

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A casa vista do lado de fora

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Panorama de dentro da casa

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Uma das cozinhas – tem duas

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Um barco no teto – WTF?

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Jardins Maravilhosos

Ficamos lá até mais ou menos a hora do almoço, onde decidimos ir até o bairro de Miami Dade para buscar mais algumas comprinhas no locker da Amazon (expliquei um pouco sobre essa modalidade de compras nesse post). Aproveitamos e fomos almoçar no shopping Dadeland Mall, e lá matei minha vontade comer o famoso orange chicken (comida chinesa).

Ps: queria ter comido no Panda Express, mas o Mandarin Express deu pro gasto, hahaha.

Andamos pelo shopping, fizemos mais algumas comprinhas para variar, e de lá fomos conhecer mais um parque, dessa vez estadual, em Key Biscayne. Partimos em direção ao Bill Baggs Cape Florida State Park, um parque com praias e paisagens incríveis, onde você pode praticar esportes marinhos, escaladas, pode andar de bicicleta, ver o farol, tem até um museu dentro do parque. Pagamos $8 para entrar (o preço cobrado foi pelo veículo e não por pessoa) e fomos em direção da praia mais próxima do farol, já que o visual ficava ainda mais bonito.

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Entrada para Key Biscayne

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Entrada de Bill Baggs

Curtimos a praia por um bom tempo, ainda mais que o sol não estava tão forte, vimos até um peixe-boi dentro do mar e que passou pertinho da gente, tomamos sol e aproveitamos para fazer um lanche rápido no café do parque. O mais legal foi o garçom que começou a cantar músicas brasileiras para nós, hahaha.

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O farol do parque ao fundo

Voltamos para casa e o sol já estava se pondo. Tomamos banho, descansamos um pouco e fomos procurar um restaurante diferente e legal para jantarmos, decidimos então pelo CVI.CHE 105, um restaurante peruano com drinks e pratos deliciosos.

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Piña Colada com doce de leite e milho frito

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Culinária Peruana

Jantamos e fomos andar pela Lincoln Road novamente, em uma parte que ainda não conhecíamos.

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Lincoln Center

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Colony Theater

De lá voltamos para a casa, pois o dia seguinte seria o dia do embarque do nosso cruzeiro, então precisávamos organizar TUDO, além de deixar o Airbnb minimamente arrumado, hahaha.

See ya wanderlusters.